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menu de ouro

Eu se fosse artista, ficaria mais animado de ir ao Globo de Ouro e SAG que ao Oscar. Ora, nestas duas premiações, eles servem jantar e bebida, ninguém passa fome como no Oscar, que quando acaba, faz formar uma fila gigantesca na lanchonete vizinha ao Kodak Theather. Como hoje é dia de Globo de Ouro, nada melhor que ver as estrelas vão comer!

O menu é do chef Suki Sugiura, com sobremesas do pâtissier Thomas Henzi.

Entrada: Alcachofra grelhada com mousse de erva doce, tomate e limão, mini tart de tomate seco e abóbora japonesa, queijo de cabra ao mel e uma saladinha de endívias com pêra. A ideia foi usar ingredientes do inverno californiano.entrada globo de ouro 2013

Prato principal: filé de carne defumado com mini pimentões doces e badejo caramelizado com molho de erva doce e hortelã.prato principal

Sobremesa: Mousse de cappuccino.sobremesa

Durante toda a noite, será servido Moët et Chandon safra 2004, trazido diretamente da França. No tapete vermelho, mini Moëts com canudinho dourado (!). Que absurdo!

As receitas você encontra aqui (em inglês).

O Globo de Ouro será transmitido ao vivo no TNT, a partir das 22h (tapete vermelho) e 23h (cerimônia).

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os macarons da paradis

Já estou ficando expert em macarons. Não, ainda não consegui fazer um, minha especialidade é provar mesmo. Vejo a aparência, se tem “pezinho”, o cheiro, o recheio, a textura… E com muita alegria fui experimentar os macarons da Paradis, uma doceria que está cada vez mais badalada no Rio. Graças ao bom Deus, o chef pâtissier Pierre Cornet -Vernet não abriu sua loja em um bairro de fino trato como o Leblon ou Ipanema, mas na rua mais movimentada da popular Copacabana, o que lhe permitiu reduzir os custos e cobrar um preço justo por seus doces (a caixa com 9 macarons sai por R$ 29,00). O ambiente da loja destoa do barulho e caos exterior, tudo é muito elegante e comportado, o serviço também é eficiente e educado (é estranho falar que um serviço é educado), mas e os macarons?

Pois bem, o de pistache foi o melhor de pistache que já comi. Melhor que da Ladurée, Pierre Hermé e que do Flavio Federico (não querendo desmerecer nenhuma das casas, por favor!). Ele tinha textura perfeita: casquinha crocante, aquele leve aerado da primeira mordida, macio por dentro, úmido e um recheio preciso. Mas o principal, ele tinha real sabor de pistache. É fantástico quando você come um macaron e sente o gosto prometido. O mesmo aconteceu com o de morango, blueberry (mirtilo), menta e limão siciliano. Devo retornar lá para provar o de manga, graviola e o de rosas – adoraria que tivesse de lavanda, talvez o meu preferido. Minha única crítica é quanto o capricho na montagem. Alguns macarons estavam casados tortamente, meio desencontrados. É claro que isso não altera o sabor, mas quando tudo está nos conformes, estes pequenos detalhes fazem diferença.

A Paradis vende também chocolates e sorvetes. Sem querer forçar a barra, é um paraíso perdido no vai e vem de Copacabana.

Paradis. Av. Nossa Senhora de Copacabana, 776.

de respeito e personalidade

Uma das palavras mais irritantes que as pessoas repetem hoje em dia é “atitude”. Imediatamente me vem em mente um professor de aeróbica e seu short de lycra gritando “quero ver atitude, vamos lá, é 1, é 2, é 3”! Agora, para estes chocolates, a palavra “atitude” não me irrita nem um pouco. A criação é de Henrik Konnerup em parceria com o escritório dinamarquês Bessermachen Design Studio. 12 mil quadradinhos de chocolate artesanal, cada um com 50 gramas e embalado individualmente de acordo com sua caixa-mãe. No total foram produzidas 1000 caixas grandes com 12 quadradinhos. Dá até pena de comer!

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